QUEM É O AFANASIO?

A Chave da Nossa Segurança

Jornalista – Radialista – Publicitário – Advogado – Deputado Estadual por 20 anos

Afanasio Jazadji nasceu no bairro paulistano da Mooca. Aos 14 anos iniciou sua atividade jornalística colaborando com os jornais locais “O Amigo” e “Gazeta da Mooca”, já extintos.

Na grande imprensa, começou a trabalhar para a "Folha da Tarde" em fins de 1967, passando depois a integrar a Agência Folha de Notícias que se implantava no lugar do DICS (Departamento de Informações, Correspondentes e Sucursais) do Grupo Folha. Foi também contratado pela sucursal paulista do “Jornal do Brasil” e TV Paulista (hoje TV Globo).

Em 1972 ingressou na Rádio Jovem Pan, também na Rádio Excelsior (hoje CBN), "Correio da Manhã" (jornal carioca já extinto), e depois na Rádio Globo e TV Globo (participou da estréia do programa “TV Mulher”, que marcaria época na história da televisão). Ainda apresentou programas nas rádios Capital, Tupi, São Paulo, Rede Líder (FM) e Trianon.

Afanasio mantém colunas semanais em 182 jornais da Capital, Grande São Paulo,  do Interior e do Litoral, e, também, do Rio de Janeiro e Minas Gerais, escrevendo artigos como especialista em segurança pública, terrorismo e crime organizado.

Como repórter policial setorista da Sala de Imprensa na antiga Central de Polícia, no Pátio do Colégio, cunhou em 1970 o vocábulo trombadinha, que entraria para a gíria policial e linguagem cotidiana qualificando todo menor ladrão de pedestre.

Afanasio cobriu praticamente todas as atividades do Esquadrão da Morte, comparecendo a mais de 100 locais de desova de corpos dos crimes atribuídos a alguns policiais na Capital, Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista.

Já nos chamados anos de chumbo, Afanasio fez a cobertura de todas as ações terroristas ocorridas na Capital paulista e região da Grande São Paulo.

Em seu programa pela Rádio Globo, em setembro de 1980, Afanasio Jazadji criou o Disque-Denúncia, para ajudar a polícia na localização de criminosos e no esclarecimento de crimes de autoria desconhecida. À época, grupos de defesa de direitos humanos de bandidos protestaram alardeando que o Afanasio pretendia introduzir o “dedodurismo” no país.

Em apenas um mês, com denúncias anônimas que recebeu e repassou às autoridades, Afanasio ajudou no esclarecimento de 19 (dezenove) assassinatos misteriosos só na Cidade de São Paulo. Estava consagrado o Disque-Denúncia, que depois proliferou em várias partes e, hoje, institucionalmente, funciona atendendo pelo número 181.    

Afanasio Jazadji detém expressivos recordes em suas carreiras radiofônica e política:

- Em agosto de 1983 bateu o recorde nacional de audiência em rádio (ainda não superado) apresentando o programa Patrulha da Cidade pela Rádio Globo de São Paulo. Segundo o IBOPE, atingia à época com seu programa policial e de prestação de serviços, na Capital e Grande São Paulo, mais de UM MILHÃO e 41 MIL OUVINTES, por minuto.

- Em outubro de 1985, já na Rádio Capital, no quadro Gente Procurando Gente, bateu o recorde mundial na localização de pessoas desaparecidas, conseguindo reaproximar duas primas que não se viam havia 75 (setenta e cinco) anos. Com esse feito, Afanasio passou a constar do Livro Internacional dos Recordes.

- Em 15 de novembro de 1986, ingressou na política, elegendo-se com 558.138 votos, A MAIOR VOTAÇÃO OBTIDA POR UM DEPUTADO ESTADUAL EM TODA A HISTÓRIA DO BRASIL, sendo reeleito mais quatro vezes consecutivas.

Como Deputado Estadual, Afanasio idealizou o Projeto Resgate do Corpo de Bombeiros (hoje Sistema Resgate) para socorrer e salvar vidas nas áreas urbanas. Fez Indicação nesse sentido já em 1987, no primeiro ano de sua primeira legislatura, mas alguns testes só começaram no governo seguinte. Inicialmente, o Resgate era para ser operado pela Secretaria da Saúde.

Como na ocasião havia greve dos funcionários da Saúde, Afanasio apelou aos bombeiros do Grupamento de Buscas e Salvamento. O Resgate dos Bombeiros hoje é uma realidade em São Paulo e em diferentes Estados e países, pela excelência dos serviços que presta à comunidade.

Enquanto deputado, Afanasio Jazadji sempre foi membro efetivo da Comissão Permanente de Segurança Pública da Assembléia Legislativa, chegando a presidí-la em duas ocasiões.

Em 1995, na condição de presidente da CPI do Crime Organizado, Afanasio alertou o governador Mário Covas sobre a movimentação nos presídios dos membros do famigerado grupo criminoso Primeiro Comando da Capital – PCC que se instalava nas cadeias. Não foi levado a sério pelo governador e alguns de seus assessores, que argumentavam que “tudo não passava de invenção da imprensa”.

No dia 15 de maio de 1997, ainda presidindo a CPI do Crime Organizado, Afanasio fez publicar no Diário Oficial do Estado (DOE), em forma de Requerimento de Informação, o próprio estatuto de constituição do PCC, que pela inoperância de Covas e seus auxiliares, tomou corpo nas cadeias, ganhou força e transformou-se no perigo constante que é hoje.

Afanasio Jazadji já foi notícia em 8 (oito) jornais e revistas internacionais e concedeu entrevistas sobre suas atividades, como político e radialista, para 4 (quatro) redes mundiais de televisão: ABC, BBC-1, NBC e CNN.

                                     

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